Depois de algum tempo, enfim boas notícias...
Enfim... menos um!
Depois de algum tempo, enfim boas notícias...
Pesquisa premiada nos EUA
Fonte: http://www.jornaldaorla.com.br/noticias_integra.asp?cd_noticia=3285 em 07/06/2009
Transplante de Conjuntiva
Depoimento de uma mãe que perdeu o filho - Geni da Silva Fiorezi
Sou mãe de um jovem que sofreu um terrível acidente.
Meu filho chamava-se Marcelo da Silva Fiorezi. Faleceu no dia 26/08/2008, em Marília, São Paulo.

Sou uma mãe que sofre muito com a falta do filho, mas feliz pois sei que ele vive em outros.
Marcelo, trabalhando, caiu de uma grande altura quebrando a cabeça... ficou 6 dias na UTI, vindo a ter morte cerebral.
Na hora em que recebi a triste noticia não pensei duas vezes, pois meu filho amava a vida e merecia continuar a viver.
Fui muito criticada por pessoas da família, mas não me arrependi em nada.
Sei que meu anjo está por ai correndo, pois doei os fêmures dele. Vendo, pois doei as córneas dele. Respirando, pois doei os pulmões dele. Os rins, pâncreas, baço, coração. Enfim, doei tudo, pois os órgãos do meu anjo estavam 100% saudáveis.
Só lamento não saber para quem foi, mas tenho fé em Deus que um dia conhecerei alguém que vive hoje com algo de meu filho.Também já fiz minha doação e de meu esposo.
Depois que formos dessa vida ajudaremos outras vidas.
Isso é lindo.
Pena que as pessoas ainda não tenham consciência de como é importante doar.
Geni, tua força e a tua fé deram a algumas pessoas a chance de viver. Esse é o maior gesto de doação. Na hora da dor acreditar que há vidas podendo ser salvas.
Que Deus aqueça o teu coração.
5 meses de transplante
Tentativas...
E dizem que o tempo não para...

Descobri também tirando fotos dos olhos ter um estrabismo vertical (que ainda não sei qual o motivo).
Cegueira por doença na córnea é reversível
O uso de tecnologia avançada aplicada à oftalmologia consegue evitar a progressão de doenças da córnea e devolver a visão a muitos pacientes.
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O que precisa-se saber sobre o Crosslink?
Como já se disse várias vezes, o Crosslink não estaciona o Ceratocone. Ele enrijece a córnea, retardando a sua progressão, por isso sua indicação para quem está na fase inicial e em jovens, já que neles o transplante pode apresentar uma porcentagem maior de rejeição e, provavelmente, precisarão passar por outro depois de 20/30 anos.
Só que os oftalmologistas estão aplicando a técnica para todos os graus da doença, como se o CXL fosse a solução para tudo, mesmo porque o procedimento é particular e cada médico cobra o que acha correto.
É claro que enquanto se puder retardar o transplante, todas as técnicas são válidas, seja lente, anel, crosslink, mesmo porque nem todos que tem a doença precisarão de transplante.
De cada 100 jovens, apenas 40 terão uma evolução grave no Ceratocone. Os outros 60 farão a técnica e nem precisariam fazê-la... mas como não se sabe quem faz parte dos 60, a solução é prevenir.
Hoje, ao completar 55 anos...
Obrigada!
Sorrindo, sempre! [Quatro meses de transplante]
Se o objetivo é a chegada, o que importa a velocidade?
Série faz crescer número de transplantes
De acordo com o doutor Ronaldo Honorato, do Instituto do Coração de São Paulo (Incor), o aumento foi perceptível através do contato dos médicos com as organizações que fornecem os doadores, as chamadas Organizações de Procura de Órgãos (OPO).
“Essas organizações são vinculadas aos grandes hospitais de São Paulo. Conversando com as OPOs, vimos que nessas últimas semanas houve um aumento do número de notificações e doadores efetivos”, explica.
Segundo Honorato, somente em abril foram realizados cinco transplantes de coração e um transplante de coração pediátrico, superando a média dos três primeiros meses de 2009, que foi de apenas dois transplantes por mês. Honorato acredita que os médicos estão notificando os óbitos por morte cerebral com mais frequência.

Visão sob medida
Além de deformidades mais comuns, como miopia, astigmatismo e hipermetropia, as lentes podem atender pacientes com distrofias complexas, como o ceratocone, uma doença degenerativa do olho, que provoca mudanças estruturais na córnea, deixando-a mais fina e com formato cônico e causando distorção substancial na visão. Segundo o professor Davies William, coordenador do projeto de desenvolvimento de lentes específicas para portadores da doença, hoje o ceratocone é atendido por meio de incisões cirúrgicas ou de lentes terapêuticas, mas essas alternativas, embora de grande utilidade, não atendem a todos os casos. “Nem todos os pacientes
podem se sujeitar a uma cirurgia, seja por impossibilidades físicas e de saúde ou porque a própria estrutura da córnea não permite. Além disso, as lentes terapêuticas utilizadas hoje não resolvem o problema de forma adequada”, conta.
Além de oferecer uma alternativa feita sob medida para os pacientes com problemas visuais, a tecnologia traz como benefício o baixo custo envolvido. “O valor estimado para um par de lentes personalizadas, quando conseguirmos disponibilizá-las no mercado, deve ser semelhante ao que é pago, hoje, por um par de lentes tóricas (com formato adequado para correção de astigmatismo). Ou seja, é uma solução simples, barata e muito eficiente”, enfatiza o coordenador do projeto.
Empresas interessadas
As pesquisas tiveram início durante trabalhos do grupo para o desenvolvimento de um instrumento oftalmológico denominado Sensor de Frentes de Onda no Laboratório para Optrônica e Microtecnologias Aplicadas (OptMAlab). O objetivo do dispositivo é medir aberrações no olho humano, ou seja, identificar os problemas refrativos complexos específicos de cada paciente. Para tanto, os pesquisadores estabeleceram uma técnica baseada na corrosão química do silício para produção de uma matriz de microlentes, que seriam utilizadas no sensor.
No mesmo período, foi identificado o interesse de grandes empresas do mercado de oftalmologia pela produção de lentes de contato personalizadas. “As tecnologias disponíveis não ofereciam reprodutibilidade suficiente para as lentes. Demorava-se cerca de três meses para produzir um modelo que atendesse às especificações demandadas e não era possível repeti-lo rapidamente numa segunda lente”, explica Davies William.
Surgiu daí o interesse do grupo em utilizar sua tecnologia de fabricação de microlentes para a confecção de lentes de contato personalizadas. “Fizemos diversos estudos para verificar se a técnica era compatível e se era possível reproduzir uma lente personalizada a partir de um molde de silício. Os resultados foram positivos”, relata o professor. “Estamos, agora, realizando estudos sobre o melhor processo de replicação e o material mais adequado do ponto de vista de qualidade, de confiabilidade e de custo”, completa.
A tecnologia desenvolvida traz ainda outras possibilidades, como a fabricação de lentes intraoculares, ou seja, aquelas que substituem a lente natural do olho – o cristalino – em casos de catarata. Segundo o professor Davies William, os produtos disponíveis no mercado apresentam um problema conhecido como aberração esférica. “Uma lente ideal devia ter um formato semelhante a uma seção cônica. Como o formato comercial é esférico, isso provoca uma ligeira deformação nas imagens e perda de nitidez. A nossa tecnologia permite extrair essa aberração”, explica.
Agilidade na gestão facilita pesquisa
A execução do projeto contou com o apoio da Fundep e dos departamentos da UFMG. Segundo o professor Davies William, a Fundação é a responsável por cumprir todas as tarefas referentes ao trâmite administrativo dos recursos financeiros, desde o recebimento do recurso até a prestação de contas ao financiador. O analista de projetos Luiz Felinto Xavier, que responde pelos trabalhos na Fundep, detalha os serviços realizados.
“Foi um projeto de gestão tranquila que pôde utilizar toda a estrutura da Fundep, seja na parte financeira, de compras de equipamentos, insumos e materiais de consumo, pagamento de bolsas, controle de gastos com viagens e diárias, importação e acompanhamento das normas do financiador”, conta.
Para a realização dos estudos e testes, foi necessária a importação de um equipamento de escrita direta a laser, conhecido como LaserWriter. A ferramenta integra os equipamentos da chamada “Sala Limpa”, um laboratório de ambiente controlado onde parte dos desenvolvimentos práticos do projeto é realizada. “A Fundep foi responsável por todo o processo de importação, que foi realizado de forma rápida e sem impedimentos. Todas as nossas solicitações foram prontamente atendidas e pudemos utilizar tranquilamente todosos serviços da instituição”, completa o professor.
Meus olhos, tão distantes e tão próximos de mim
Meu olho melhorou. Já está menos vermelho e não sinto mais dor.
Quem não acompanha minha história olha a foto e pensa que meu tx foi no olho direito. Para o OD ainda faltam, no mínimo, 2 cirurgias. Catarata e Transplante.
Olhando os dois nem parece que o transplante foi no esquerdo. Mas foi. E a visão continua ruim.
Eu não sei as sequelas que o primeiro transplante (DSAEK) deixou ou se deixou. Talvez a atrofia na íris não traga problema nenhum. Talvez a própria técnica não tenha deixado suas marcas.
Não sei. Preciso esperar. Preciso crer.
Às vezes me distancio tanto dos meus olhos que eles tornam-se um SER distinto. Ganham vida independente. Um Ser que precisa de incentivo e força, como se fosse alguém tão próximo, que a dor dele se tornasse a minha dor. Que cada pequena vitória dele, fosse a minha própria vitória. Várias pessoas numa só.
Há tanta vida nestes olhos...
Enfim, sinto lágrima nos meus olhos!
Além de fechar todos os canais lacrimais (4) para ver se mantenho por mais tempo meus olhos lubrificados, retirei um papiloma (ver foto).
Como sempre podemos tirar algo de bom de tudo que nos acontece, observem meu olho MOLHADO de LÁGRIMA!
Depoimento de Adrianne Arnaud
Por uma indicação, fui a uma consulta no BOS e quando fui fazer o primeiro exame, antes de entrar em consulta, a moça que me atendia, que também é contatóloga, disse que eu tinha ceratocone.

Nossa!! Que bicho é esse???
A médica me explicou que meu caso era de transplante, mas que eu ainda poderia usar lente. Foi dificil o teste e eu optei por não usar porque trabalho com educação infantil e tinha medo de machucar o olho com a lente rígida.
Depois de uns 4 anos voltei ao hospital. Minha visão estava muito ruim e o médico fez a adaptação da lente. Fiquei mais uns 8 anos usando lente. Quando criei coragem de fazer o transplante o médico me desencorajou e eu fiquei com lente só no OE já que no direito o cone estava muito grande e não adaptava mais lente.
Um dia resolvi dar um basta! Ninguém merece sofrer com a lente e marquei consulta novamente. Fiquei sabendo que o médico que me atendia não trabalhava mais no BOS e me passaram para uma médica chamada Ariane! Fiquei receosa.
Mas, ela foi maravilhosa, me atendeu super bem e disse que meu caso era de transplante e que não tinha o que pensar. Ela iria verificar se havia possibilidade de fazer o anel no OE e o transplante no OD juntos. Enquanto ela falava comecei a chorar feito criança e ela tentando me acalmar. Disse que chorava de felicidade porque eu ia voltar a enxergar. Não foi possivel fazer o anel. Eu tinha uma cicatriz na córnea.
Fiz meu primeiro Tx em 13/12/2007 com Intralase.
Não doeu nada. A cirurgia durou 01 hora, voltei para o quarto consciente, mas de mal-humor, porque estava com fome (rs), me arrumei e fui pra casa.
No outro dia cedo tirei o tampão e tudo na minha vida começou a mudar.
Comecei a me sentir livre, feliz e não precisava mais mandar meu marido usar camisas de cores berrantes para que eu o localizasse facilmente. Tirei todos os pontos e minha visão que era de 5% mais ou menos hoje está por volta de 85%.
Em 28/01/2009 fiz o OD, novamente com a dra Ariane com a técnica Intralase e já tirei 03 pontos. Minha visão está ótima.

Eu chego a ter uma visão de quase 100% quando leio, ou quando dirijo. Em julho vou tirar a carteira de Habilitação e vou voltar a estudar.
Hoje se eu precisar de ônibus não vou mais irritar os motoristas por sinalizar em cima da hora.
Aconselho a quem tiver indicação, fazer o transplante, pois a qualidade de vida melhora muito. Existem alguns cuidados como: não abaixar a cabeça nos primeiros dias, não dormir do lado operado, não carregar peso, não ter traumas, pingar os gloriosos colírios no horário correto e ser muito, mas muito feliz!!!
Quero agradecer o espaço cedido pela Alice, agradecer a maravilhosa dra. Ariane, a equipe do BOS, aos enfermeiros do centro cirúrgico e, principalmente, ao Doador e a sua Família que me proporcionaram voltar a enxergar e a ter a minha vida de volta.
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Em busca da lágrima...
Quarta-feira, dia 22, farei novo procedimento nos olhos. Desta vez nos dois. Vou fazer a oclusão dos canais lacrimais. É simples, mas para variar, mais agulhadas nos olhos.
No processo fisiológico, O sistema límbico, sistema do cérebro responsável pelos sentimentos, associa um estímulo emotivo com aqueles que já temos guardados, gerando algumas respostas, sendo que uma delas é o choro. Depois disso, várias substâncias envolvidas no processamento das emoções, como noradrenalina e serotonina são liberadas. Através do sistema nervoso independente (responsável por ações como piscar dos olhos) causarão a contração da glândula lacrimal, liberando a lágrima.Esses fenômenos neurológicos e endocrinológicos são relacionados ao instinto de defesa do ser humano.
A síndrome alacrimia é caracterizada pela deficiência de lacrimejamento, variando de completa ausência de lágrimas a hiposecreção de lágrimas.
Esta síndrome é congênita e está presente desde o nascimento podendo ser observada a ausência de lágrimas com choro seco.
A transmissão é geralmente autossômica recessiva e como primeiro tratamento importante para evitar sequelas nas córneas é a administração de lágrimas artificiais, evitando complicações oculares.
Para que o transplante dê bons resultados é preciso uma ótima lubrificação. A oclusão dos canais lacrimais é uma tentativa de evitar novas Ceratites e outras complicações.
Ceratocone x Fuchs - Para transplantes iguais, resultados diferentes?
Sempre achei que era algo da minha imaginação, Como poderia ser diferente se as doenças usavam o mesmo procedimento de cura: o transplante?
Pois eu estava certa em pensar que há diferença sim.O Ceratocone altera apenas a forma da córnea. Esta tem todas as suas caracteristicas fisiológicas mantidas.
Ao contrário, a Distrofia de Fuchs altera a função (fisiologia) da córnea, que é proteger as demais estruturas intraoculares e deixar passar as imagens até o seu destino final, a retina.
E para isso ela precisa estar transparente, desidratada.
Desta forma, para entender melhor a função da córnea, comparamos a mesma com um vidro de relógio:
- tem que ser resistente para proteger as outras estuturas do relógio e, também, ser transparente para que possamos ver as horas.
O endotélio, que é a parte nobre da córnea, é fundamental para manter a transparência, desidratação e organização das suas camadas evitando o edema corneano. Se ele perde a sua função há um comprometimento grave.
Se compararmos novamente a córnea com um relógio, é como se o mergulhássemos e descobrissemos que ele não é à prova d'água.
O vidro deixa de ser transparente e torna-se opaco.
Perde-se a função principal: enxergar.
Para cada 200 pessoas com Ceratocone, há 1 com Distrofia de Fuchs.
Para cada 40 mulheres com Distrofia de Fuchs, há 1 homem com a mesma doença.
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Conjuntivite Tóxica / [Documentário] Transplante - O Dom da Vida
Suspendi por 1 semana o Acetilcisteína (provável causa da Conjuntivite tóxica) e voltei com o PredMild só 2 vezes ao dia.
Aqui vocês encontram um artigo sobre os vários tipos de conjuntivite.
Completando 3 meses de transplante...
Depoimento de Ana Carla Queiroz
Percebia com o tempo que meu olho piorava a cada dia, tornando a visão mais turva e as cores um pouco apagadas.Fiquei desesperada, pois a mesma só atendia meu convênio com um laudo médico. Consegui o laudo e a autorização do mesmo.
Confesso que fiquei assustada com a quantidade de exames que a médica pediu. No mês seguinte, com todos os exames feitos, veio a conclusão: seria necessário o transplante de córnea.
Naquele momento meu chão desabou, afinal estávamos falando de um transplante.
Totalmente sem chão, fiz diversas pesquisas na internet nas comunidades e por fim achei a Alice, que com toda sua experiência me deu forças pra enfrentar meu pânico de sala de cirurgia.
A cirurgia é super tranquila e rápida, dormi e acordei totalmente calma e tranquila. Também pudera com a equipe extraordinária do BOS não teria como ser diferente.

Para todos que tem pavor do tão temido bloco cirúrgico, falo por experiência própria é muito rápido e tranqüilo. Tenham fé em Deus que tudo dará certo e nada acontece por acaso em nossas vidas. Antes de pensar em desistir, pensem que milhares de pessoas queriam ter a chance do transplante, mas infelizmente ainda esperam na fila por uma córnea. Está em suas mãos a chance de poder enxergar o mundo com outros olhos.
Peço a Ele por todos que irão passar por um transplante pedindo força e boa sorte.
E sigo melhorando...
Com o colírio vindo de São Paulo (Acetilcisteína), tive uma grande melhora.
Não sinto mais dor. Não sinto mais a irritação.
Minha visão é nublada, mas nem me preocupo com isso.
Estou usando agora só o Acetil e o Vidisic.
Adeus cortisona!
Mentiras é que devem ser jogadas no lixo (a data é mera coincidência)
ATUALMENTE O BANCO DE OLHOS DE SOROCABA É CONSIDERADO REFERÊNCIA NO BRASIL PARA AS PESSOAS QUE NECESSITAM DE UM TRANSPLANTE DE CÓRNEA.
E eis que surge a Ceratite Filamentar

Diagnóstico: Ceratite Filamentar.
O epitélio se refaz por filamentos que devem crescer e se unirem para proteger a córnea.
No meu caso, um filamento se solta e, ao se movimentar, fica machucando o olho, além de deixar exposto o nervo. Nervo exposto= dor.
Não se encontra muito sobre o assunto na internet, principalmente após transplante. A maioria dos artigos sobre Ceratite Filamentar está relacionado a Olho Seco (o que também tenho).
Até lá sigo feito pirata, tentando não piscar o olho.
Vermelho, ma non tropo
O vermelho melhorou muito, como mostra a foto mal tirada do meu celular (a máquina do meu filho está viajando com ele), mas continuo sentindo o atrito e sei que durante o dia vai piorar.Depoimento de Adriele Rodrigues

Foto após 6 dias da realização do Transplante de Córnea:

Adriele, a grande vitória é tua. Coragem, persistência e força te dão os frutos do teu esforço.
Que os teus sonhos, agora, possam fazer parte da realidade.
Fico imensamente feliz em ver a tua plena recuperação.
[Relembrando] - Astigmatismo
Para as pessoas que sofrem de astigmatismo, todos os objetos - tanto próximos como distantes - ficam distorcidos. As imagens ficam embaçadas porque alguns dos raios de luz são focalizados e outros não. A sensação é parecida com a distorção produzida por um pedaço de vidro ondulado
A córnea normalmente é redonda, enquanto no astigmata é ovalada. Quando há irregularidade na curvatura da córnea ou do cristalino (lente interna do olho) pode gerar o astigmatismo. Sendo assim, os raios de luz não chegam ao mesmo ponto na retina.
Alguns são direcionados em mais de um ponto na retina e outros à frente ou atrás dela. Em virtude da curvatura irregular, a imagem levada ao cérebro torna-se deformada, distorcida ou desfocada.
Um jeito estranho de enxergar
Na figura abaixo, tentei desenhar o mais próximo possível de como eu vejo:

A tabela de Snellen verdadeira é a com fundo branco. Eu enxergo melhor na cinza, que é apenas uma sombra produzida pela minha visão.









