12 outubro 2012
07 setembro 2012
Definindo a Cegueira e a Visão Subnormal
(Antônio João Menescal Conde - Professor do Instituto Benjamin Constant)
16 julho 2012
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11 julho 2012
Nova técnica para corrigir ceratocone chega ao país
Por enquanto, um grupo pequeno de especialistas tem certificação para realizar o implante da nova lente no Brasil. Entre eles o oftalmologista do Instituto Penido Burnier, Leôncio Queiroz Neto. O médico diz que o método já é internacionalmente utilizado, principalmente na Europa. "O procedimento é parecido com a cirurgia de catarata, mas não remove o cristalino", afirma.
Duas semanas antes da cirurgia é feita uma ou duas pequenas aberturas próximas à borda da íris, parte colorida do olho. O especialista diz que essas aberturas permitem a circulação do líquido do olho ao redor da lente que vai ser implantada. "Isso garante o aporte de nutrientes ao sistema ocular e evita a formação de depósitos que levam à opacificação do cristalino", explica.
Segundo Queiroz Neto, a nova lente é injetada entre a íris e o cristalino através de uma incisão feita na córnea. O procedimento é ambulatorial, feito com anestesia tópica. "A recuperação é rápida. Entre um e dois dias já é possível retomar as atividades", comenta. O médico destaca que a qualidade da visão melhora muito após o implante, mas dependendo da gravidade do ceratocone pode restar algum grau.
Indicações
O especialista diz que a lente corrige até 23 graus de miopia e 6 graus de
astigmatismo. Por isso, o implante também é indicado para míopes e portadores de astigmatismo que não podem fazer a cirurgia refrativa porque têm a córnea fina.
Contraindicações
O procedimento é contraindicado para:
· Portadores de inflamação ocular, glaucoma, catarata, descolamento da retina, degeneração macular.
· Quem tem menos de 21 anos.
· Câmara anterior menor que 2,8 mm.
· Baixa densidade celular do endotélio (camada interna da córnea).
· Pessoas alérgicas aos colírios que devem ser usados no pós-operatório.
29 junho 2012
Um pouco mais sobre rejeição
26 abril 2012
06 abril 2012
03 abril 2012
Minha velha amiga Ceratite...
No OE, olho com tx, numa escala de ++++, estou com ++++ e ++ no OD. Acuidade visual 20/400.
Quem acompanha meu blog desde o inicio, deve lembrar que já dei pontos, cauterizei e fiz tx de conjuntiva para fechar o canal lacrimal... pois está aberto de novo!
Meu médico colocou o plug (nem vou dizer que dói para não assustar).
Estou usando Acular CMC, Epitezan e Hyabak além de óleo de linhaça por 60 dias.
Poderia ser pior :) então vamos que vamos!
01 abril 2012
Esperando...
Tenho horário marcado com meu médico especialista na terça-feira. Pode ser uma ceratite... já tive tantas... quem sabe?
Enquanto aguardo, penso que ser transplantada exige, para sempre, uma grande dose de esperança, fé e bom humor.
22 março 2012
16 março 2012
Depoimento de Paulo Lamblet Berruezo
Tenho 23 anos, sou estudante de medicina e sou portador de ceratoconjuntivite alérgica e tenho olhos muito secos.Em 2007 tive uma úlcera de córnea bem pequena no olho direito em virtude de uma crise de conjuntivite alérgica grave que infectou e evoluiu com essa úlcera. Tratei cuidadosamente e fiquei bem.
Em 2009 tive outra úlcera de córnea exatamente no mesmo lugar da outra, também em função de uma ceratite. Tratei meticulosamente e fiquei bom de novo, restando um pequeno leucoma...
Até que em janeiro de 2012, "do nada" apareceu uma terceira úlcera de córnea, também no mesmo lugar das outras duas. Só que dessa vez, eu não estava em crise de conjuntivite nem ceratite. O olho estava calmo e tranquilo. Meu médico, especialista em córnea, diz que é uma úlcera trófica ou "úlcera em escudo" que é tipo uma úlcera alérgica, onde não há infecção, e ela simplesmente abre por falha no epitélio da córnea ou na cicatriz das outras úlceras. Ele acredita que pode ter sido em virtude do olho seco. Acontece que, dessa vez, por mais cuidadoso que eu tenha sido, usando vários medicamentos religiosamente na hora certa, essa úlcera foi ficando mais fina e mais fina... Meu médico resolveu pedir uma lente terapêutica para mim. No dia em que fui aplicar a lente terapêutica, a úlcera já estava extremamente fina e durante a colocação da lente, minha córnea perfurou. Felizmente, ela perfurou na frente do médico, que fechou rapidamente com a lente e a cola de cianoacrilato. Porém vazou um pouco de humor aquoso e a câmara anterior do olho meio que se fechou. Ele então disse que eu necessitaria de um transplante de córnea em caráter de urgência para refazer a câmara anterior do olho. Isso aconteceu numa sexta feira. Não sei se por milagre ou muita sorte, quando fui no consultório dele na segunda, a câmara anterior do meu olho tinha se refeito sozinha e o humor aquoso já tinha se restabelecido, e o meu olho voltou a sua anatomia interior normal. Porém, ainda estou com a lente terapêutica e a cola segurando a úlcera na córnea. Por isso, felizmente, não preciso mais fazer o transplante em caráter de urgência como antes pois a câmara já voltou ao normal. Mas ainda preciso fazer o transplante pois minha córnea está perfurada e por mais que cicatrize, já é a terceira lesão, e a córnea não terá mais estabilidade. Logo não tem jeito, tenho que trocar a córnea do olho direito.
(Paulo, hoje, 16 de março, recebeu uma córnea nova. Que a sua recuperação seja tranquila)
06 março 2012
Femtosecond laser
O femtosecond laser é um tipo de laser que opera com pulsos extremamente rápidos. Estes pulsos são tão rápidos que são medidos em unidades de tempo chamadas fentosegundos (femtoseconds, em inglês). Cada fentosegundo corresponde a um milésimo de um picosegundo; ou a um milhonésimo de um nanosegundo; ou a um quatrilhonésimo de um segundo. Matematicamente, dizemos que um fentosegundo corresponde a 10-15 do segundo.
Não entendeu ainda?
Bem, vamos explicar de outra maneira.
Imagine o tempo de um segundo. Agora divida este tempo por um bilhão. Pegue esta bilhonésima parte do segundo e divida novamente por um milhão. Muito bem, você chegou no fentosegundo!
Assim, o femtosecond laser consiste em um tipo de laser extremamente rápido, o que lhe confere diversas vantagens sobre outros tipos de lasers, principalmente no que diz respeito à precisão e à segurança em procedimentos cirúrgicos, por exemplo.
Para que serve o Femtosecond laser?
Atualmente, o femtosecond laser já tem diversas aplicabilidades nas cirurgias oftalmológicas, principalmente nas cirurgias refrativas com laser, as quais visam corrigir os erros refracionais (miopia, hipermetropia, astigmatismo, etc), a fim de ofereceruma boa visão sem a necessidade dos óculos (ou com menor necessidade dos óculos). Neste sentido, o femtosecond laser permite a realização de cortes mais finos, mais precisos e mais seguros nas cirurgias do tipo LASIK (um tipo de cirurgia refrativa), por exemplo. Assim, há um ganho susbtancial de qualidade e de segurança nas cirurgias de LASIK com este tipo de laser.
Outra aplicação do femtosecond laser consiste na criação de túneis corneanos para a introdução de anéis intra-estromais, os quais são usados para corrigir o astigmatismo em doenças corneanas como o ceratocone e a degeneração marginal pelúcida, por exemplo.
Por útlimo, não podemos nos esquecer dos transplantes de córnea, que podem ser realizados de forma muito mais precisa e segura com a utilização do femtosecond laser. Neste caso, além do corte ser muito mais preciso, existe a possibilidade de realizar transplantes lamelares, sem a necessidade de suturas, ou seja, sem precisar “dar pontos”, com se diz na linguagem popular.
Por que o femtosecond é mais seguro que outros lasers nas cirurgias oculares?
Por ser extremamente rápido, o pulso do femtosecond laser faz com que o material orgânico que está sendo tratado seja desintegrado diretamente para a fase de vapor, sem haver tempo para afetar as estruturas vizinhas. Assim, o laser trata o tecido que deve ser tratado, sem danificar os tecidos que devem ser preservados.
Isto é possível, pois o femtosecond laser cria um plasma sólido, o qual se expande para longe do tecido orgânico em um estado altamente ionizado, levando consigo a energia. Em outras palavras, não sobra energia para danificar as estruturas vizinhas.
Quais serão as outras possíveis aplicações para o femtosecond no futuro?
O femtosecond laser já está sendo testado também para cirurgias intra-oculares, como cirurgias de catarata e cirurgias faco-refrativas para presbiopia, por exemplo. Embora estes usos ainda sejam experimentais, tudo indica que o femtosecond se incorpore à rotina destas cirurgias nos próximos anos, agregando mais precisão e segurança aos procedimentos cirúrgicos.
Autor:
Dr. Luciano P. Bellini
05 março 2012
RJ terá hospital especializado em transplantes, diz Secretaria de Saúde
24 janeiro 2012
Programa Bem Estar
Bem Estar desta quinta (30) recebeu oftalmologistas para falar sobre alguns problemas de visão.
Apesar de tratar dos assuntos de forma superficial, vale o link:
http://g1.globo.com/bemestar/noticia/2011/06/conheca-diferencas-entre-os-principais-problemas-de-visao.html
05 agosto 2011
27 junho 2011
UVEITE OCULAR

Abaixo a lista de algumas das muitas causas de uveite.
- Doença de Behçet (aftas na boca, lesões genitais e uveite)



Fonte: http://www.medicodeolhos.com/2010/10/uveite-ocular.html
02 maio 2011
A nova resolução do laser em oftalmologia
Um novo tipo de laser - com tecnologia e aplicações diferentes daquelas hoje usadas corriqueiramente na correção de problemas como miopia e astigmatismo – está trazendo um salto na evolução de procedimentos oftalmológicos que envolvem cortes na córnea. O diferencial dessa tecnologia, chamada Laser de Femtossegundo, é a emissão de pulsos ultrarrápidos de luz, daí a origem do nome: um femto equivale a um milésimo de bilionésimo de segundo.
Essa veloz sequência de micropulsos permite fazer cortes precisos na córnea, sem danificar o tecido adjacente. A córnea é a primeira lente natural do olho e pequenas alterações em seu formato têm grande impacto no grau de visão. Assim, as cirurgias para tratar grau envolvem mudar o formato da córnea. Os lasers tradicionais fazem isso pelo processo fotoablativo, que desbasta a córnea, mas não é capaz de cortá-la. Procedimentos que exigem incisões sempre foram feitos manualmente, dependendo portanto da habilidade do cirurgião, e com limitações para cortes mais complexos, já que a córnea é uma estrutura pequena e delicada.
É aqui que o Femtossegundo entra como um aliado, agregando previsibilidade, segurança e precisão. O equipamento é programado segundo os parâmetros da cirurgia planejados pelo médico, que coordena o foco da aplicação. A interação da energia do laser com o tecido corneano gera microbolhas de gás carbônico que se alinham sequencialmente uma ao lado da outra, fazendo a divisão do tecido de maneira precisa. E, caso o médico avalie que a incisão não está adequada, pode abortar o procedimento e realizá-lo no dia seguinte. As microbolhas são absorvidas pelos tecidos em 24 horas, sem danos ao paciente.
O tratamento de ceratocone é um dos que atingiu um novo patamar de qualidade e segurança com o Femtossegundo. O ceratocone é um problema hereditário, que gera uma alteração progressiva no formato da córnea, deixando-a cada vez mais cônica. Afeta principalmente a visão de longe. Quando nem óculos nem lentes de contato rígidas resolvem, resta a opção cirúrgica, com o implante de anéis intraconeanos por meio de túneis feitos na córnea ou o transplante da córnea. O laser permite fazer esses túneis com a precisão de uma micra (milésimo de milímetro) em sua profundidade, algo impossível na técnica manual, trazendo resultados superiores para o paciente.
O novo laser também aprimorou as cirurgias de transplante de córnea, com o chamado transplante modelado. Ele permite efetuar cortes simétricos nas córneas do doador e do receptor, proporcionando um encaixe perfeito da córnea doada no olho do receptor. Além de formatos mais complexos, possibilita transplantar apenas porções da córnea, uma inovação nesse tipo de procedimento. Para o paciente, o Femtosegundo significa maior segurança, menor tempo de recuperação e melhor qualidade visual pós-operatória.
O tratamento de ceratocone e o transplante de córnea são hoje as principais aplicações para esse tipo de laser, mas já há estudos para o seu uso em cirurgias de catarata e correção de presbiopia, a famosa vista cansada. Ou seja, a revolução do novo laser em oftalmologia está apenas começando.
Fonte: http://novacornea.blogspot.com/2011/05/nova-resolucao-do-laser-em-oftalmologia.html
29 abril 2011
Depoimento de Ana Maria M. Padilha
28 abril 2011
Minha visão
Hoje, por exemplo, chove em Salvador. Tempo nublado. Minha visão piora sensivelmente.
Sem luz = - visão.
Percebe-se a cicatriz da nova córnea e no olho ainda esperando por transplante a córnea opaca pela doença e pela catarata.
25 abril 2011
Desepitelização da córnea (Abrasão da córnea)
05 abril 2011
03 abril 2011
Depoimento de Elenita Cardozo
Tudo começou assim: Sempre usei óculos mas nunca enxergava direito, mesmo com óculos. Até que ao fazer exame de rotina, fui diagnosticada com ceratocone. Isto ocorreu em 1997. Imediatamente diagnosticado, comecei a usar as lentes rígidas. No começo achei bem difícil, mas como eu já havia percebido que com as lentes eu enxergava muito melhor, fiz um esforço estupido para me acostumar. Usei as lentes durante +/- 12 anos. Em 2008 comecei a perder muitas lentes... elas não paravam em meus olhos e como não enxergava sem elas, nunca conseguia achá-las, tendo que mandar fazer outras. O meu sonho era colocar o anel de Ferrara, pois as lentes já estavam incomodando bastante, além das perdas seguidas... Eu já tinha ouvido falar do anel de Ferrara... passei por vários médicos aqui em SP, mas o custo era muito alto e eu não tinha condições de pagar. Até que descobri que em Sorocaba eles faziam o implante via SUS. Foi aí que comecei a ir lá. A minha 1ª consulta foi para eles avaliarem se era caso de anel ou transplante....Eles avaliaram, e indicaram o anel e me passaram uma guia para eu fazer o teste do anel, pra ver se não haveria rejeição ou não. Como era nov/2008 e pelo SUS, só consegui agendar este tal exame para mar/2009...enquanto isso, ia levando com as lentes...Mas nesta altura eu já estava tendo problemas no meu trabalho, devido ao fato de não estar enxergando direito. Eu trocava muito os números... Quando finalmente chegou março e fui a Sorocaba fazer o teste, o Ceratocone já tinha se agravado tanto que já não era mais indicado o anel e sim o transplante das duas córnea. Como o transplante o convênio dava cobertura também, comecei a passar com o mesmo médico, pois pelo convênio seria tudo mais rápido (quanto às consultas e não quanto a fila do transplante, que é a mesma). Nesta época eu já não conseguia usar as lentes e estava tendo dificuldade para me locomover, para subir e descer excadas, não enxergava buracos nas ruas, não enxergava as pessoas direito, ficou tudo muito branco, embassado. Sendo assim, me afastei do trabalho em abr/09; fiquei no INSS até que voltasse a enxergar pelo menos para leitura... Fiz a 1ª cirurgia em julho/09 Correu tudo bem. Não senti absolutamente nada! Não senti nenhuma dor! Nenhuma complicação! Voltei a trabalhar em mai/10. Nesta época já estava enxergando para leitura, mas não tinha a profundidade das coisas ainda...precisava operar o outro para melhorar a visão como um todo. Hoje tenho 80% da visão! Graças a Deus! O 2º transplante fiz em 19/ago/2010, pois tem que ter um intervalo de 1 ano entre uma cirurgia e outra; para esta cirurgia fiquei somente 15 dias afastada do meu trabalho, pois eu já enxergava, por causa do outro olho...Como no outro transplante, não senti absolutamente nada neste também; Só a recuperação que está mais lenta que do outro olho. Já quase 7 meses após a cirurgia, e não enxergo nada ainda... O médico disse que provavelmente para este olho não vou ter o mesmo resultado que o outro...mas que vai melhorar...não tanto quanto o outro, mas vai melhorar... Quanto ao atendimento lá em Sorocaba, não tenho do que reclamar....excelente o atendimento de todos! Eles estão de parabéns! Merecem o título de hospital referência da América Latina; E é isso aí pessoal...Qualquer coisa a mais que queiram saber, é só perguntar! Abraços à todos e boa sorte! Elenita Cardozo |
30 março 2011
Nem todos enxergam 3D
Leia mais: http://www.infomaniaco.com.br/curiosidades/porque-algumas-pessoas-nao-enxergam-em-3d/#ixzz1I6DS1NTe
20 março 2011
QUAL É A REAL FINALIDADE DE UM TRANSPLANTE ?
Durante muito tempo, após muitas “conversas” na Comunidade de Transplante existente no Orkut e com pessoas que fazem os retornos de consultas em Sorocaba, me deparo com o seguinte questionamento.
Qual a real finalidade de um transplante ?
Nesses anos todos de consultas, cirurgias e... mais consultas, sempre ficou claro para mim que a resposta a essa pergunta era: Extirpar a doença ou o que se fez chegar até a fila de transplante (acidentes, etc...).
Sempre me foi explicado que para se chegar a uma visão com uma boa acuidade visual, era necessário todo um processo, retirar e colocar uma nova córnea não era o suficiente.
Esse caminho, além do transplante, exige disciplina. A disciplina engloba tudo o que é passado após a cirurgia, tudo o que é conversado entre o Oftalmologista e o paciente. Repouso absoluto, não abaixar demasiadamente a cabeça, evitar subir e descer escadas constantemente, não dormir do lado em que se foi feito a cirurgia, não esfregar o olho operado, não deixar de lubrificar a córnea com o colírio, evitar pegar em peso ou praticar atividade física que comprometa os pontos, seguir corretamente os horários estabelecidos para a medicação, etc... fora alguns percalços que podem acontecer, como pontos frouxos ou estourados, conjuntivites e doenças que não foram diagnosticadas antes do TX.
Então não adianta a pressa por querer ter a visão com 100% de acuidade visual em menos de 3 meses, a recuperação de um transplante de córnea é um processo lento e progressivo, tem que se ter muita paciência para chegar a um resultado “satisfatório” e no meio disso, não desista caso apareça um obstáculo a sua frente.
E não podemos esquecer que o apoio de familiares e amigos nessa hora é de extrema importância.
Lenilson Costa
27 fevereiro 2011
Transplante: Felicidades e percalços - Parte Final
25 fevereiro 2011
Transplante: Felicidades e percalços - Parte 3
23 fevereiro 2011
Transplante: Felicidades e percalços - Parte 2
21 fevereiro 2011
Transplante: Felicidades e percalços - Parte 1
Olá, meu nome é Lenilson Costa e estarei aqui “escrevendo” sobre os dois lados de uma recuperação de transplante de córnea, a felicidade e os percalços nessa caminhada.
Agradeço antes de qualquer coisa o espaço disponibilizado por minha amiga Alice, pessoa essa que só tenho a agradecer.
Começarei com textos curtos sobre a semana de 12 a 19 de Fevereiro de 2011, aonde surgiram problemas com a córnea do OD após 1 ano e meio de transplante.
Espero que isso os ajude, assim como escrever esses breves relatos tem me ajudado.
Para me conhecerem melhor existe no blog um depoimento que dei após meu primeiro TX, realizado em 20/04/2007 na Cidade de Sorocaba.
http://novacornea.blogspot.com/search?updated-max=2008-06-28T10:02:00-03:00&max-results=50
25 agosto 2010
Primeira córnea artificial do mundo
http://video.globo.com/Videos/Player/Noticias/0,,GIM1325078-7823-CIENTISTAS+CRIAM+EM+LABORATORIO+A+PRIMEIRA+CORNEA+ARTIFICIAL+DO+MUNDO,00.html
25 julho 2010
Ministério da Saúde credencia Banco de Olhos e transplante de córnea volta a funcionar em MT
Dentro da dinâmica do PAS da Saúde o Estado também está retomando a organização dos demais serviços da Central de Transplantes (CT), da Secretaria de Estado de Saúde de Mato Grosso (SES/MT), trabalhando junto ao MS na regularização dos transplantes de rins, enxerto ósseo e medula óssea.
A coordenadora da Central de Transplantes, Fátima Melo, alertou que nenhum paciente de Mato Grosso ficará sem atendimento em suas necessidades de transplantes de qualquer ordem.
“Até que todos os outros serviços de transplantes (rins, enxerto ósseo e medula óssea), que estão em fase de conclusão do recredenciamento junto ao MS, sejam autorizados a retornar suas atividades, os pacientes que necessitarem desses transplantes serão encaminhados para Tratamento Fora de Domicílio (TFD), sistema onde contam com transporte e encaminhamento a unidades de saúde fora do Estado para o necessário atendimento”, explicou Fátima Melo.
CÓRNEAS/FLUXO – Fátima Melo informou que em Mato Grosso existe um Cadastro Técnico Único de Córneas com 344 pessoas inscritas para o recebimento de doações. Assim que a córnea é captada, avaliada e processada, o Banco de Olhos de Mato Grosso, disponibiliza a mesma para o paciente rankeado pelo sistema de transplantes, explicando ela que a Central identifica então, no Cadastro Técnico Único de Córneas, qual é o paciente que irá receber o transplante (obedecendo a fila) , informa à Equipe Transplantadora responsável pelo paciente da disponibilização da córnea. Essa equipe então, agenda a data e hora do transplante e comunica a central para que a mesma entre em contato com o paciente.
Fátima Melo ressaltou que esse processo precisa ser rápido já que as córneas têm prazo de validade de 14 dias em meio de preservação. Após esse prazo perdem a qualidade e precisa ser descartadas.
SÉRIE HISTÓRICA – Uma série histórica dos transplantes de Córneas no Estado mostra que o serviço vem avançando gradativamente desde o ano de 2006, quando esse tipo de transplantes foi implementado em Mato Grosso.
Em 2006 foram realizados 48 transplantes no Estado. Em 2007 esse número saltou para 154 transplantes, aumentando para 162 em 2008. De janeiro a junho de 2009 foram realizados 117 transplantes de Córneas em Mato Grosso. E em 2010 já foram feitos 10 transplantes até a presente data.
02 julho 2010
Algumas respostas importantes sobre Doenças da Córnea
Olho normal | Ceratocone |







